Laudo sobre suposta sabotagem no Metrô-DF sai em 30 dias, diz polícia
Peritos fizeram testes em sala onde cabo foi encontrado escondido.
Polícia quer ouvir 60 pessoas com acesso ao local da possível fraude
Peritos da Polícia Civil visitaram no final de semana a sala de descanso dos pilotos do Metrô-DF, local onde foi encontrado o cabo que sobrecarregou o sistema e paralisou trens no dia dez deste mês.
De acordo com o delegado Robson Cândido da Silva, da 23ª DP, os técnicos realizaram testes no local onde supostamente ocorreu a sabotagem do sistema de transporte.
“O laudo deve ser finalizado em até 30 dias. Dependendo do que o laudo relatar, a gente vai tirar as primeiras conclusões sobre o fato”, afirmou.
Silva assumiu o caso nesta segunda-feira (27). Ele diz que 40 funcionários do Metrô com acesso a sala já foram ouvidos sobre a suposta sabotagem. “Nós vamos ouvir mais 20 pessoas, num total de 60. Com as imagens de câmeras de vigilância nós identificamos as pessoas que estiveram na sala.”
De acordo com as investigações, um cabo de internet foi conectado propositalmente em duas tomadas da sala de descanso dos servidores, o que teria provocado as panes no sistema. No início deste mês, o metrô apresentou falhas na circulação dos trens em cinco dias – quatro deles consecutivos.
Problemas de tração, sinalização e de energia foram as razões apontadas pela empresa que administra o metrô para os problemas. Na ocasião, a assessoria do Metrô-DF informou que os incidentes não estavam relacionados.
Fernades disse ter certeza de que as paralisações que ocorreram às 8h, 16h e 21h do dia 10 deste mês foram propositais. "Até poderiam ter conectado esse cabo sem querer, mas afastar o armário e fazer essa ligação três vezes e nos horários de pico? Foi programado."
O Sindicato dos Metroviários negou participação na suposta sabotagem. "Qualquer tipo de vandalismo ou sabotagem tem que ser investigado. O que não dá é querer marginalizar os trabalhadores diante de uma situação que a gente nem sabe se acontece mesmo nas empresas", afirmou o diretor Leandro Santos.
O Metrô-DF disponibiliza 24 trens nos horários de pico, que vai das 6h às 8h30 e das 16h30 às 20h, e 12 nos demais horários. A empresa estima que cerca de 150 mil pessoas utilizam o transporte diariamente.
Peritos fizeram testes em sala onde cabo foi encontrado escondido.
Polícia quer ouvir 60 pessoas com acesso ao local da possível fraude
Peritos da Polícia Civil visitaram no final de semana a sala de descanso dos pilotos do Metrô-DF, local onde foi encontrado o cabo que sobrecarregou o sistema e paralisou trens no dia dez deste mês.
De acordo com o delegado Robson Cândido da Silva, da 23ª DP, os técnicos realizaram testes no local onde supostamente ocorreu a sabotagem do sistema de transporte.
“O laudo deve ser finalizado em até 30 dias. Dependendo do que o laudo relatar, a gente vai tirar as primeiras conclusões sobre o fato”, afirmou.
Silva assumiu o caso nesta segunda-feira (27). Ele diz que 40 funcionários do Metrô com acesso a sala já foram ouvidos sobre a suposta sabotagem. “Nós vamos ouvir mais 20 pessoas, num total de 60. Com as imagens de câmeras de vigilância nós identificamos as pessoas que estiveram na sala.”
De acordo com as investigações, um cabo de internet foi conectado propositalmente em duas tomadas da sala de descanso dos servidores, o que teria provocado as panes no sistema. No início deste mês, o metrô apresentou falhas na circulação dos trens em cinco dias – quatro deles consecutivos.
Problemas de tração, sinalização e de energia foram as razões apontadas pela empresa que administra o metrô para os problemas. Na ocasião, a assessoria do Metrô-DF informou que os incidentes não estavam relacionados.
saiba mais
O delegado Yury Fernandes, que antes estava à frente das investigações chegou a afirmar que não há dúvida de que houve sabotagem.
"A gente tem de concreto que houve uma sabotagem no sistema da rede do metrô. Uma pessoa pegou um cabo já sabendo que iria sobrecarregar a rede", afirmou.Fernades disse ter certeza de que as paralisações que ocorreram às 8h, 16h e 21h do dia 10 deste mês foram propositais. "Até poderiam ter conectado esse cabo sem querer, mas afastar o armário e fazer essa ligação três vezes e nos horários de pico? Foi programado."
O Sindicato dos Metroviários negou participação na suposta sabotagem. "Qualquer tipo de vandalismo ou sabotagem tem que ser investigado. O que não dá é querer marginalizar os trabalhadores diante de uma situação que a gente nem sabe se acontece mesmo nas empresas", afirmou o diretor Leandro Santos.
O Metrô-DF disponibiliza 24 trens nos horários de pico, que vai das 6h às 8h30 e das 16h30 às 20h, e 12 nos demais horários. A empresa estima que cerca de 150 mil pessoas utilizam o transporte diariamente.
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